Pelo priberam algo como ter em ..perspectiva: esperar, contar com, ter como provável, obter.
Ou a minha sobre o trabalho hoje em dia e antigamente (ou à 12 anos quando comecei a trabalhar que é um tempão).
Antes - Epah, é preciso ir ali... - 'Tou cheio de trabalho, não posso!
- Epah, é preciso ir à obra tirar fotografias... - 'Tou cheio de trabalho, não posso!
- Epah, é preciso ir ao estaleiro... - 'Tou cheio de trabalho, não posso!
- Epah, é preciso ir à sede... - 'Tou cheio de trabalho, não posso!
Depois, que é o agora! - Epah, é preciso... - Eu faço!
- Epah, alguém tem de... - Eu faço!
- Epah... - Eu faço!
São muitos epah! não são... Antigamente era trabalho a mais, agora com medo, toda a gente mete mãos à obra, como nunca me neguei (ok houve 2 anos que achei melhor não ser tão solícito para não haver abusos), mantenho a minha postura, mas não deixa de ser lindo ver outras criaturas a mudar um pouco a sua postura. Para melhor inteirar, estar numa empresa que à 2 anos tinha 600 trabalhadores e agora ronda os 100, muda rapidamente alguns comportamentos. E eu também dixit.
Vivemos num mundo que se recorre a todo o tipo de táticas para tudo e em qualquer situação, umas mais directas outras menos, mas o fim é sempre o mesmo, enganar o outro, seja no desporto, no trabalho ou nos relacionamentos pessoais, inter-pessoais. Se não tivermos atenção somos "comidos"*1.
Falando do meu exemplo, ainda ontem, tocam à campainha e
"Estamos aqui só para fazer um inquérito pessoal para um estudo de mercado para o grupo Bertrand"
"Ok! Mas tenho pouco tempo, pois estou a dar o jantar à minha filha"
"Hã! É rápido, compra DVD's, livros, vê filmes, ouve música em casa blá-blá-bá..."
"Sim, sim, sim (não é tudo sim, mas como via aquilo um pouco estranho despachei).
"Conhece o Circulo de Leitores?"
"Sim, muito obrigado e boa noite!"
Teve um belo twist, estava à espera daquilo já.
Já tinha pertencido a esse grupo e como qualquer comercial (pelo menos o habitué que quer é angariar) vendo qualquer coisa como a melhor do mundo e depois o serviço nem é assim tão bom e ainda temos obrigações...
As pessoas tinham poupado o seu tempo e tinham ido logo directas ao assunto.
*1 um pouco exagerado mas só para ganhar mais enfase.
Não querendo embirrar com ninguém em particular nem no modo de vestir de outrem, é certo que algumas modas me fazem alguma confusão, vejo esta amiudamente que consiste em alguns condutores usarem capuz e óculos escuros ficando com um estilo de rufias e parecem que não querem ser reconhecidos, pergunto-me se a policia não desconfiará dessa malta e se manda parar. Será que a banda sonora é 2 Pac, ou Ice Cub, Body Count ou mais aporteguesada e Sam the Kid...
sexta-feira, 15 de março de 2013
O conclave mais longo da história
No século XIII, a maior parte dos papas preferiam viver em Viterbo, onde está
sepultado o único papa português, João XXI. Foi num palácio de Viterbo que em
1268 os cardeais se juntaram para escolher o sucessor de Clemente IV. A eleição
demorou dois anos e oito meses, a mais longa de sempre. A certa altura, os
habitantes de Viterbo, incomodados com o tempo que os cardeais estavam a demorar
para escolher o papa, fecharam-nos a sete chaves no palácio, para forçar a
decisão. Nem assim eles se apressaram. Por isso, os locais reduziram-lhes a
alimentação a pão e água, e acabaram por arrancar o telhado do palácio, "para
deixar entrar o Espírito Santo". Mas só mais de um ano após estes acontecimentos
é que o cardeal Teobaldo Visconti seria eleito como Gregório X. Três dos 20
cardeais eleitores morreram durante a eleição (houve ainda uma resignação), que
ficou não só como a mais demorada, como também a primeira em que o papa foi
eleito por compromisso entre os cardeais. Por isso, é considerado o primeiro
conclave da história do papado.
por: Eurico qualquer-coisa do DN
Posto isto e arranjar uma casinha assim não para papas mas para gente que não interessa nem ao menino Jesus
Porque é que as pessoas adoram colocar frases fofinhas no Facebook e depois no intimo do seu lar comportam-se que nem bestas, porquê?
Porque é que esperam que lhes escrevam no seu moral e ficam chateadas se não lhes escrevem, e se escrevem tem de ser sentido, mas se os outros não sentem o suficiente para lá escrever ficam chateadas na mesma porque não escreveram e metem as pessoas numa encruzilhada, escrever por escrever mas ouvir o não foi sentido ou não escrever e ouvir que não se escreveu e esperava que tivesse escrito.
Gostei bastante, como já é normal do Quentin, não sabe fazer maus filmes.
Não consigo perceber as criticas negativas ao Di Caprio, o Samuel fez um grande papel e deve-lhe ter custado um pouco ter feito aquele papel de certeza.
O Waltz, recebe o 2º Óscar consecutivo, quer dizer alguma coisa, quem viu o Inglorius Bastards, adorou de certeza o papel que desempenhou e esteve muito bem aqui também (Django).
A Start tinha razão e apesar das criticas do Alcobia (Antena3) foram completamente injustificadas, valeu a pena ver, bom filme e com o Jamie Fox em grande...
Assim que o filme começa, aquele som é indescritível para quem conhece a obra de Ennio Morricone.
Algumas das suas obras:
Opening Theme do Django:
Fora da coboyada, grande filme e banda sonora sobre a Libertação da Argélia:
Os filmes do Peter Jackson, parece que vêm a perder fulgor, apesar do "The Hobbit" que apreciei, ter sido nomeado para 3 Oscares e ter ficado por aí, pelas nomeações.
Filme demasiado comprido, dum livro fez 3 filmes. Com os outros cada livro deu um filme.
Não deixa de ser bom, mas exagerado nalgumas parvoíces e tentativas de humor...