segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Estereótipos #3

Brasileiras
Este foi o único que não vi, pelo que terei que acreditar na palavra de terceiros, o que é sempre falível.
A acreditar só em metade do que ouvi dos meus colegas que foram trabalhar para o Brasil, a tradição ainda é o que o que se pensa do Brasil e seus costumes, mesmo que fosse só acreditar em 10%, já era o suficiente para manter o estereotipo.
Vários foram os que vieram com as respectivas autóctones, que por lá conheceram.

Afinal a tradição...

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Estereótipos #2

Muçulmanos

Sabemos todas as suas proibições e jejuns e devoção, até haver um "pau de fileira" e é vê-los (aos mais novos pelo menos) de copo de sangria na mão e um até levou pernil de porco e a cabeça do leitão. Ver o rapaz sentado sem vontade de se levantar e a falar sozinho foi algo digno de registo.
Os mais velhos foram mais moderados.

A tradição...

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Estereótipos #1

Um italiano, representante duma marca Italiana vem para deixar os certificados do equipamento e ouros derivados.
Esperamos uns estereótipos típicos, ainda por cima o senhor já caminha para a 3ª idade, esperamos aqueles típicos de italianos, esbracejar, falar alto, moda e estilo, mas afinal não era o forte do senhor o bem vestir, não esbracejava a falar e talvez ao telefone tenha-se exprimido um pouco mais alto, mas nada demais, está se a perder esta Europa.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Momentos

Quando entra um rapaz do Leste, com um metro e noventa, trabalhador da construção civil, com sotaque cerrado e dizer:
"Não tem aquelas coisas para o ouvido, tem dói-dói no ouvido..."

Temos de ser fortes e aguentar estoicamente para não rir e pensar quem terá ensinado que uma maleita qualquer é dizer "dói-dói".

terça-feira, 27 de junho de 2017

Lugar comum

Mas pouco comum, uma visita normal ao ACT de Sintra, próximo da Casa do Preto, para chegar lá venho do IC19 e vê-se a serra meio enublada, aquela estrada sinuosa, com as muralhas a acompanhar, o verde, as árvores e estacionar e olhar em frente e deparar-me com isto.



Sintra tem sempre encanto, Castelo dos Mouros é lindo, visto de baixo ou de cima.

segunda-feira, 26 de junho de 2017


História de superação com muitos defeitos como uma pessoa normal, com os fantasmas do passado a assombrá-lo e uma história pouco contado sobre os campos de concentração da II Guerra Mundial.

Hertzko Haft, judeu polaco, não tinha ainda 16 anos de idade quando iniciou o seu calvário pelos campos de trabalho forçado e pelos campos de extermínio nazis. Chegou a estar em Auschwitz onde, para diversão dos oficiais das SS, teve de lutar boxe contra outros prisioneiros. Rodeado de desumanidade, violência e morte, não lhe restava outra escolha que não fosse vencer.Reinhard Kleist transformou as perturbadoras memórias de Hertzko Haft num romance gráfico fascinante e complexo. Desde as traumáticas experiências nos campos de concentração, passando pela emocionante fuga e pelo confuso período pós-guerra, até ao recomeço como pugilista profissional nos Estados Unidos da América, onde enfrentou o lendário Rocky Marciano, "O Pugilista" é o retrato de alguém que conseguiu sobreviveu a todas as provações

sexta-feira, 23 de junho de 2017

BD

Interessante BD que aproveitando a promoção da livraria mais antiga que existe (dizem eles), avancei para es "As águias de Roma" Livro I, ficando a saber a pouco e tendo pena não haver nem o 2 nem o 3, só o 4...

Após um terrível combate, Ermanamer, filho do príncipe Sigmar, fica refém dos romanos. O imperador Augusto confia-o ao seu fiel Tito Valério Falco, que tem um filho da mesma idade, Marco. Os dois jovens recebem uma rigorosa educação romana, submetidos a uma disciplina de ferro. Ao longo das provas, o ódio mais implacável cede lugar à amizade. Mas o que acontece à fraternidade de espírito e de armas quando surge o amor por uma mulher?

quinta-feira, 22 de junho de 2017


Nunca desilude pedro massano.

páginas de História de Portugal iluminadas pelo traço inconfundível de Pedro Massano e as palavras dos cronistas da época. Um relato épico de um acontecimento marcante, com pranchas arrebatadoras e de grande beleza. A Batalha de Aljubarrota pela mão de um mestre, para oferecer e guardar para si. Este livro descreve o que foi um dia decisivo para Portugal. A 14 de Agosto de 1385, o exército comandado pelo rei D. Juan de Castela foi derrotado, no campo de S. Jorge, por uma força muito inferior de portugueses. Os heróis dessa jornada memorável foram Nun’ Álvares Pereira, D. João I, e a hoste heterogénea de quantos combateram sob as suas ordens. O autor Pedro Massano procurou, de acordo com as fontes históricas da época – Froissart, Castañeda, o próprio D. Juan e, sobretudo, Fernão Lopes – fazer justiça a esses quantos que souberam dar-nos uma nova vida e reinventar o seu país.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

terça-feira, 20 de junho de 2017

Aos três


Sempre bom ler clássicos, se bem que achava que poderia ser melhor o "Romana" da Maria Helena Rocha...