Táxi
Aeroporto Humberto Delgado
Passeio pelo tax-free
Voo 15 minutos atrasado
Mesmo sendo um avião com lugares marcados e tudo ainda à pessoas que querem passar à frente de outras
Rever Lisboa de dia visto do ar é algo de único
No trajecto para Espanha passa-se por zonas tão desérticas, ficando a ideia de um melhor ordenamento se não seria possível
Aproximação a Madrid e fica-se encantado, mesmo com tanto cinzento, é um cinzento único
Las Barajas, parece-me demasiado vertical tornando-se claustrofóbico
Cabify até ao Museo Arqueológico Nacional, Prado e Thyssen fechados da parte da tarde tornaram impossível a vista aos mesmos, mas não poderia ficar mais contente com o que vi Arqueologia y património, Pré-historia, Proto-historia, Hispânia romana, Antiguidade tardia, Mundo medieval, Idade Moderna, O Nilo. Egipto e Nubia e Grécia tudo muito arrumado, bem organizado, com televisões em todas as salas com pequenos filmes que agradam a miúdos e graúdos, algumas réplicas que tornam ainda mais interessante as visualizações do museu
Saio e começo a descer a Calle de Serrano, fico mesmerizado a ver a Puerta de Alcalá e à direita a
Fuente de Cibeles, continuo a Calle de Alfonso XII vendo à minha esquerda o enorme parque de Madrid, até que vejo o Observatório Astronómico e chego a Atocha e vêm-me à memória pensamentos menos felizes e digo para mim mesmo que a vida continua, decido comer ali no La Gloria, não sendo fantástico, uns ovos com presunto, uma sopa da casa e uma sandes à casa a parecer a Francesinha, mas neste caso com sabores típicos espanhóis (presunto, toucinho, fiambre e uns vegetais)
Cabify até ao hotel onde nenhuma recepcionista fala inglês, ou faz por preferir não falar e prefere o meu portunhol desde que... fale devagar, lá nos entendemos
reconhecimento ao local e todos os salões são dedicados a pintores famosos, espanhóis claro
oito da manhã e o mostrador da rotunda mostra -6, algum tempo depois -1, mas na rua não se sente
Quiche, presunto, toucinho, linguiça, chouriça, chouriço, "tomatada" (de difícil degustação, ainda por cima aquelas horas da manhã), croissant, mel, maçãs, sumo de laranja, café
Táxi até Parque Warner, Piu Piu e Silvestre, Daffy Duck, Bugs Bunny, Yosemite Sam, Marvin Martian, Coyote e Bip-Bip, tom e jerry, super-homem, batman, frosty e desfile de natal às 20, onde vi uma criança espanhola a começar a chorar, não foi difícil perceber o que tinha acontecido e digo logo para se acalmar que havia de encontrar a sua mãe, ela a querer chorar mas a explicar o que tinha acontecido - estranha aquela calma duma criança com 5/6 anos numa situação daquelas - vejo dois assistentes da Warner e resolve-se o problema.
De volta apanho taxista a ouvir "as melhores 99 músicas clássicas", foram bons 25 minutos de viagem, descontraídos
ver Lisboa à noite do céu tem um encanto abismal
Andei em Espanha cerca de 2h45m de táxi/cabify, a única conversa foi do cabify para dizer que tinha água nas portas se quisesse beber. Em Portugal assim que entrei "então vêm do frio ou do calor?" que dizer, a tradição ainda é o que era.
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
Mestres nas sua arte
Cada pessoa tem a sua ferramenta em que é especial e há uns mais especiais do que outros, uns é em oratória, pensamento, dissertação, desportiva, activismo, voluntariado e há também em serralharia, num armazém não pude deixar de registar este mo(nu)mento, que serve para pôr umas flores e que lá está ao abandono, mas que permanece, tem mais 15 anos segundo me disseram.
O tempo, o trabalho despendido é inimaginável.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Lobby
Finalmente, um homem que vai acabar com o lobby de Washington.
Mas vai começar o lobby de Nova Iorque. Por isso metam o cinto de segurança e preparem-se.
Mas vai começar o lobby de Nova Iorque. Por isso metam o cinto de segurança e preparem-se.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
e 2017
Continuarão a postar pena por todas as estrelas pop, quase em contra-relógio para ver quem é o primeiro a escrever e a dizer que gostava daquela estrela (não tendo se calhar nenhum disco ou CD ou até tido um poster da Bravo), se bem que alguns fazem trocadilhos no título, em 300 anos de blogs não escrevem uma linha, mas aquando da morte, mais um post.
Já fui pôr as pipocas a fazer.
Já fui pôr as pipocas a fazer.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
Incendiou as redes sociais
Mas será que todos os dias tem que se ler isto, até em jornais como o DN.
É no Facebook, é nos blogs, a esta altura coitadinha da Rede Social, com tanto incêndio ainda aqui está para contar a história. Essas e outras...
Haja paciência
É no Facebook, é nos blogs, a esta altura coitadinha da Rede Social, com tanto incêndio ainda aqui está para contar a história. Essas e outras...
Haja paciência
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
Dupond e Dupont ou copy/past
Não é original a ideia, pois tendo em conta que existe o Timeless, mas a RTP decidiu apostar numa série similar (que é uma cópia duma série espanhola), 11% de share, está dito, não desgostei, mas os fx estão assim um pouco para o século passado.
Ao longo dos 16 episódios, existirão “berbicachos” com vários séculos para resolver. Dois homens do século XIV andam à solta em Lisboa. Será que querem impedir Portugal de vencer a Batalha de Aljubarrota? A primeira missão é uma viagem até 1384. Tudo fica em alerta, em 1940, quando Salazar planeia encontrar-se com Hitler em segredo. Depois de receberam um aviso de Elvas, os agentes vão a 1807, na véspera de Natal, em plena Invasão Francesa, falar com o próprio Napoleão.
Mas há mais personagens da História de Portugal e do mundo a chegarem ao presente vindos de um passado longínquo, como Fernando Pessoa, Luís de Camões, Gil Vicente, Afonso de Albuquerque ou Nuno Álvares Pereira. Para não nos esquecermos de onde viemos.
in Visão
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
Mais do mesmo
Um relógio oferecido a Idanha-a-Velha por Quinto Tálio, uma Agripina sem cabeça e uma cabeça sem corpo na cidade de Beja, as histórias de Labéria que morreu com 42 anos, de Lúcio Cecílo, Caio Cantio Modestino, da pequena Quintila, de Ânio Primitivo ou de Júlia Modesta. Estes são alguns dos personagens que povoam este livro que nos transporta para a época romana. A única diferença que existe em relação a milhares de outros habitantes destas terras que nós hoje habitamos é o facto de eles, ou outros por eles, terem gravado na pedra os seus nomes. Olhando para os vestígios que nos foram deixados pelos nossos antepassados é possível reconstituir a história da Lusitânia.
De norte a sul do país e percorrendo também terras espanholas, este livro permite-nos quebrar o enorme silêncio que é o passado e abrir pequenas grandes frestas que nos desvendam a nossa história e os desejos e medos, as aspirações ou os modos de ser e formas de vida daqueles que habitavam a Lusitânia. A arqueóloga Lídia Fernandes dá-nos a conhecer algumas das maravilhas arqueológicas que o nosso país encerra e revela-nos o significado oculto de ruínas, locais escondidos e pedras que num primeiro momento podem não nos dizer nada, mas que têm tanto para contar sobre o nosso passado.
De norte a sul do país e percorrendo também terras espanholas, este livro permite-nos quebrar o enorme silêncio que é o passado e abrir pequenas grandes frestas que nos desvendam a nossa história e os desejos e medos, as aspirações ou os modos de ser e formas de vida daqueles que habitavam a Lusitânia. A arqueóloga Lídia Fernandes dá-nos a conhecer algumas das maravilhas arqueológicas que o nosso país encerra e revela-nos o significado oculto de ruínas, locais escondidos e pedras que num primeiro momento podem não nos dizer nada, mas que têm tanto para contar sobre o nosso passado.
Viagem ao Passado Romano na Lusitânia de Lídia Fernandes
Este livro trata da desconstrução destas memórias, na recuperação do Geraldo histórico, do seu tempo, dos espaços que trilhou e que conquistou. Espaços de fronteira, num tempo de conquista, que o autor percorre exemplarmente. Exemplarmente pelo rigor histórico, alicerçado num conhecimento profundo das fontes escritas, árabes e cristãs, cuja mestria foi-lhe já reconhecida em obras anteriores. Mas exemplar, também, pelos diferentes registos de leitura, que da escrita perpassa pela iconografia e pela interpretação dos vestígios materiais, na proposta de um percurso multifacetado de reconstrução do objecto histórico.
Geraldo sem Pavor de Armando de Sousa Pereira
Praça do Giraldo, praça central de Évora, nomeada em honra de Geraldo (foto da wiki)
Évora está pejada de monumentos, uma estátua até em Valverde e brasões espalhados.
Vai ser um mês de Dezembro/Janeiro interessante
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Será?
Não acompanhei todos os noticiários, mas parece que foi mais importante o Guterres que o Ronaldo, ainda tenho esperança neste país (bom pelo menos a contar com as SiC e julgo que a TvI).
ad continuum
Presentes de norte a sul do território português, os castelos e as cinturas de muralhas que serviram um dia para proteger vilas e cidades são, ainda hoje, testemunhos vivos de um dos períodos mais fascinantes e ricos da História de Portugal. Apesar de detentoras de uma inegável carga simbólica, nomeadamente enquanto formas de ostentação do estatuto social, da riqueza e da autoridade dos seus senhores, as fortalezas medievais foram erguidas sempre com um propósito claramente militar.
Em resultado da missão que desempenhavam, eram constantemente alvo dos exércitos inimigos, pelo que um estudo a elas dedicado não pode deixar de contemplar uma análise da guerra de cerco e da sua importância nessa época. Guerreiros de Pedra é um documento fundamental sobre as fortificações medievais portuguesas, dando-nos a conhecer as suas características arquitectónicas, os personagens que promoveram a sua edificação, os homens que as comandavam e vigiavam, o modo como eram atacadas e defendidas, bem como alguns dos episódios militares e acontecimentos mais marcantes da sua história.
Em resultado da missão que desempenhavam, eram constantemente alvo dos exércitos inimigos, pelo que um estudo a elas dedicado não pode deixar de contemplar uma análise da guerra de cerco e da sua importância nessa época. Guerreiros de Pedra é um documento fundamental sobre as fortificações medievais portuguesas, dando-nos a conhecer as suas características arquitectónicas, os personagens que promoveram a sua edificação, os homens que as comandavam e vigiavam, o modo como eram atacadas e defendidas, bem como alguns dos episódios militares e acontecimentos mais marcantes da sua história.
Guerreiros de Pedra de Miguel Gomes Martins
e
O nosso imaginário está habitado por terras e lugares que nunca existiram, nascidos da imaginação dos escritores. Alguns destes locais, que às vezes se tornam tão reais como se tivessem existência física, têm lendas fascinantes que os mantêm vivos ao longo de gerações. Esta obra de Umberto Eco é uma viagem ilustrada pelos lugares lendários da literatura. Dos poetas da antiguidade aos escritores contemporâneos de ficção científica, os contadores de histórias de todas as épocas inventaram lugares míticos e imaginários, levando-nos a projectar neles sonhos, esperanças e receios. O autor conduz-nos numa viagem por essas terras de mito e fantasia. Inclui dezenas de imagens e reúne elementos díspares do nosso legado literário, num equilíbrio que só um autor como Umberto Eco conseguiria de modo tão brilhante.
Histórias das Terras e dos Lugares Lendários de Umberto Eco
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Vampiros, mas dos bons
Dos bons de se ler (leia-se, peço desculpa pela redundância), a BD portuguesa deu um salto em grande aqui, pode haver outros trabalhos, mas aqui lê-se uma boa história, bem desenhada que nos apetece ler num dia, venha mais como este. Certos pormenores são deliciosos, certos desenhos, contêm tanto, só vendo mesmo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




