quarta-feira, 11 de maio de 2016

Victory Day, Moscow

Russian military servicewomen march during the military parade on Red Square in Moscow in celebration of the 71st anniversary of the victory over Nazi Germany in the second world war.



Russian military servicewomen march during the military parade on Red Square in Moscow in celebration of the 71st anniversary of the victory over Nazi Germany in the second world war.

Guardian


Porque tiveram o maior esforço (em mortes, meios materiais, deslocações, privações, aldeias completamente destruídas), merecem o meu destaque, pois elas também se juntaram dando muito boas atiradoras furtivas (snipers) e foram para fábricas, escavaram valas anti-tanque à volta de Moscovo e nunca viraram a cara à luta e uma Maria (Maria Limanskaya) ficou conhecida para a história.



A elas e eles um brinde, de vodka.

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O grande livro dos Piratas, já me acompanha há mais de 10 anos, já o li duas vezes bastante interessante para quem gosta do tema e ficam sempre com aquele ar "flamboyant", os e as piratas, mas quase sempre com fim trágico ao nível do James Dean die young nice body.

Os grandes ditadores da história, da Livros RTP é uma boa leitura, actual, mas com grande incidência sobre o médio oriente e América do sul, quem iria dizer...

A vida dos Reis e rainhas de de Portugal lê-se num dia, bastante interessante, mas demasiado sucinto, até para mim que gosto que resumos.

Men at war, visto pelos olhos dum soldado as diversas batalhas da Gália de Júlio César, 3ª crusada, Waterloo,  guerra civil americana, I guerra mundial e II guerra mundial, um pouco romanceado mas bastante agradável.

terça-feira, 10 de maio de 2016

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Mulheres



14 curtas histórias biográficas de mulheres célebres e influentes na construção de Roma e do seu império. Destacando diferentes características, explicações e interpretações para histórias clássicas que tendemos a considerar demasiado longínquas para a nossa compreensão moderna, a autora mostra-nos estas mulheres a partir de uma nova perspectiva. Mas as histórias revelam mais: o que os romanos esperavam das suas mulheres ou qual era afinal o seu papel num mundo em que apenas os homens podiam falar em público. Um livro essencial para perceber as mulheres de Roma e a forma como temas como o adultério, a maternidade ou o casamento eram vistos na sociedade romana.

De Carla Hilário Quevedo, que tem um blog engraçado e faz parte dum programa na Sic Radical (Irritações), interessante e diferente.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

As metamorfoses e viagens


Não as de Kafka, as do outro senhor, decidi primeiro, ler as personagens e locais que vem nas últimas folhas, foram 20 dias cansativos.

Agora já cheguei à página 60 e fiz uma pausa, mas está agradável.

Mete mais gente e mais mortes que o Game of Thrones o que não é fácil para a minha memória.

Fiz uma pausa por algo que andei à procura há dois anos e encontrei agora.


A meio e a gostar bastante se bem que soa às vezes a Fernão Mentes Pinto. Mas as descrições são fabulosas e imaginar os locais e pessoas são deslumbrantes.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Talvez...


Pois, diziam que o Napoleão era pequeno, os psicólogos até inventaram um síndrome qualquer...

E dizem que escreveu para a Josefina que a trespassava com a sua pequena espada, mas um homem não se mede aos palmos.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

terça-feira, 3 de maio de 2016

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Como diz que disse...

Então uma pessoinha, diz que faz férias itinerantes no Algarve, à minha cria, quando esta diz que ia ao Zoomarine no fim-de-semana.

Férias itinerantes no verão, a sério não existe outros termos, enfim...

A história que também interessa


A ler, mesmo.

Fica um cheirinho:
"O chamado excecionalismo americano, que atribui aos Estados Unidos caraterísticas únicas entre as nações, continua a moldar a visão que os norte-americanos têm do papel do seu país no mundo e a forma como o mundo interpreta as ações dos norte-americanos.Mas os factos revelam uma outra verdade, como Oliver Stone e Peter Kuznick contam nesta obra fundamental sobre as luzes e as sombras do império americano. Munidos das mais recentes descobertas obtidas em documentos desclassificados e da investigação de académicos prestigiados, os autores revelam a história escondida dos EUA, por vezes chocante, mas meticulosamente documentada. Stone e Kuznick mostram, por exemplo, que:- Os bombardeamentos atómicos de Hiroxima e Nagasaki foram militarmente desnecessários e moralmente indefensáveis. - Foram os EUA, e não a União Soviética, que mais contribuíram para a perpetuação da Guerra Fria. - A preferência dos EUA por ditadores de direita em muitos países traduziu-se pelo afastamento do poder de líderes eleitos, pelo treino e armamento de milícias assassinas, e ainda pelo lançamento na pobreza de milhões de pessoas. - Fundamentalistas islâmicos financiados pelos EUA, que começaram por combater os soviéticos no Afeganistão, vieram depois ameaçar os interesses dos americanos e dos seus aliados. - Os EUA usaram repetidamente o argumento da ameaça de uma guerra nuclear e estiveram muito perto de a gerar. Abrangendo um período de mais de um século da história mundial, este é um documento histórico singular que resulta de uma profunda e rigorosa investigação de cinco anos, revelando toda a verdade sobre os meandros do imperialismo norte-americano."