terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Hino português
Falava-se para aí num blogue sobre o hino português e o futebol e lembrei-me dum video que tinha visto, e é isto...
Algumas diferenças...
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Sobre a mesa
Já tinha visto à alguns meses, mas falou-se disto num jantar e revi, fartei-me de rir e é muito bom...
0030
Zero Dark Thirty, bom filme envolto em muita polémica (torturas para conseguir informação) ou mesmo como se conseguiu a informação para se fazer o filme com tantos detalhes, cheira-me a que vão rolar cabeças na CIA.
Já agora, bom filme, mas reservem 2h30, bem grandinho este filme.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
O râguebi
Os benefícios e vantagens da prática desportiva nos jovens, são já por muitos conhecidos, e já foram por inúmeras vezes retratas ao pormenor. No entanto surge uma modalidade no universo desportivo que contempla os benefícios do desporto em toda a sua plenitude. O râguebi!
O râguebi surge em Inglaterra, quando um jogador de futebol de um colégio da cidade Inglesa de Rugby, de nome Willian Webb Ellis, agarrou a bola do jogo com as mãos, e percorreu todo o campo até a linha de fundo adversária e pressionou a bola contra o solo. Tal facto ocorreu em 1823.
Em Portugal o râguebi surge de forma organizado em 1957, com a criação da Federação Portuguesa de Râguebi, e desde essa data surge um clube que tem vindo a acompanhar permanentemente este fenómeno formando campeões nacionais e ibéricos, o Benfica.
O Benfica, através da sua escola de formação, onde conta com os melhores técnicos licenciados em Portugal nesta modalidade, procura contemplar todos os requisitos exigidos num desporto tão particular e exigente como é o râguebi, levando em conta todos os aspectos que possam potenciar o atleta enquanto atleta, e enquanto homem num futuro tão próximo.
Neste sentido, o papel dos “professores de râguebi” do Benfica, procuram intervir diretamente em três grandes campos considerados prioritários, junto dos atletas, sendo o campo físico, social e psíquico.
No campo físico, ao contrário das outras modalidades que devido à sua especificidade promovem ou o metabolismo aeróbio ou o metabolismo anaeróbio, o râguebi facilita e promove ambos os metabolismos de uma forma constante, permanente e eficaz, o que significa que facilita a homeostasia real entre o consumo de energia e o suporte energético no organismo do jovem atleta.
Através de um conjunto de exercícios de treino, independentemente do nível técnico, idade ou vivência desportiva dos jovens atletas, os treinadores do Benfica procuram promover de forma consistente, tanto os estímulos de baixa e média intensidade que permitem trabalhos musculares de longa duração com reduzido dispêndio de energia nos atletas (trabalho aeróbio), assim como estímulos de alta intensidade, que proporcionam uma produção de energia rápida, que permite um trabalho muscular de curta duração com grande dispêndio de energia (trabalho anaeróbio).
Seguindo este equilíbrio metabólico é fácil de concluir a eficácia do râguebi no combate eficaz à obesidade infantil, reduzindo o risco das doenças cardiovasculares colocando os atletas na zona saudável de aptidão física (ZSAF), fortalecendo os músculos estriados esqueléticos (responsáveis pelos movimentos voluntários como o coração ou intestino), músculos lisos (responsável pela contração involuntária e lenta como o sangue ou urina) e músculo cardíaco (conhecido por miocárdio), fortalecendo da mesma forma os ossos e articulações dos jovens praticantes.
Analisando os benefícios e melhorias físicas junto dos jovens atletas, é de fácil percepção para o leitor, que o râguebi e os técnicos do Benfica privilegiam a melhoria dos jovens enquanto seres humanos, assim como futuros possíveis atletas de alta competição.
A nível psicológico, o râguebi também se mostra extremamente eficaz e mais uma vez demarca-se das outras modalidades pelo seu particularismo, pois como se carateriza por ser um desporto coletivo de combate em que os atletas estão sistematicamente em confronto e superação individual e consequentemente superação colectiva, eleva a sua autoestima devido ao respeito pelos adversários e colegas de equipa, pois em cada momento do jogo ou do treino é permitido e possível ao jovem atleta desenvolver um conjunto de habilidades psicológicas que o atleta anteriormente não possuía o que fortalece o coletivo e o individual, criando um elevado espírito de equipa e de sentido ético e desportivo.
Neste sentido os jovens praticantes, revelam uma melhoria não só no râguebi como no rendimento académico, na confiança, na capacidade para lidar com as emoções e gestão do auto-controlo, capacidade de raciocínio, memória, percepção, bem-estar, diminuindo o absentismo escolar, assim como, a procura de substâncias dopantes que possam melhorar a sua performance, irritabilidade e ansiedade, depressão e enxaquecas.
Logicamente o râguebi promove a melhoria da auto-imagem, e da imagem que o jovem praticante transmite a quem o rodeia tanto num contexto familiar como no contexto escolar.
A nível social surge “talvez” (deixo este ponto ao critério do leitor) o maior privilégio do râguebi em relação às outras modalidades pois no râguebi, existe o período pré-jogo, jogo e pós-jogo (designada por terceira parte). Considerando o período pré-jogo como o treino, o treino permite e favorece o convívio saudável dentro da equipa, favorecendo os laços de amizade entre os praticantes, onde existe a possibilidade de partilha de sentimentos assim como a ideia subjacente à integração de um grupo, em que o objetivo é comum e maior do que qualquer pretensão individual, não existindo o atleta “estrela”, mas um coletivo com um objetivo identificado e compreendido entre jogador, jogador/equipa, e jogador/equipa/treinador.
No período do jogo, surge o compromisso ético, esquematizado pela hierarquia própria do desporto, em que o interveniente com maior autoridade é o árbitro, onde jamais se pode questionar qualquer decisão, sendo sempre aceite com humildade e respeito, sendo o capitão de equipa o único porta-voz do grupo, sem nunca criticar qualquer decisão pois a este cabe jogar e contribuir para o sucesso da equipa. Existe um respeito extremo não só com o árbitro, como com a equipa adversária, devido ao compromisso entre equipas em que está previamente estabelecido não ultrapassar a “curta” barreira da agressividade para a violência.
No período pós-jogo, surge a designada “terceira parte” que é tão somente o convívio saudável entre todos os intervenientes no espectáculo desportivo (independentemente do resultado no fim do mesmo). Convívio esse que vai desde atletas, equipas técnicas, equipa de arbitragem, dirigentes, pais de atletas, etc., onde se discute lances capitais do jogo, assim como gestos técnicos e movimentações de ambas as equipas, exercícios de treino, onde são trocados contactos entre atletas assim como contactos para futuros jogos, torneios ou projetos de forma a potenciar ainda mais os atletas e a modalidade em si.
Tendo em conta todos os aspectos que são desenvolvidos e estimulados nos jovens praticantes de râguebi, e após a leitura deste artigo, a pergunta que coloco é a seguinte: Do que espera para levar o seu filho, vizinho ou amigo para uma equipa de râguebi? O râguebi não é somente a disputa primitiva que lhe está falsamente associada, é muito mais que isso, é um princípio de cavalheiros, uma família, uma maneira de estar e uma escola de vida… Do que espera?
Autor: Rui Alexandre da Silva Violinha (Jornal Record)
Concordo com tudo, mas este fim-de-semana houve situações tristes no panorma nacional.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Argo! Go fuck yourself
É uma deixa do filme dita várias vezes, não posso dizer isso ao filme a não ser que é mesmo muito bom e aconselho a irem ver!
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Condução
Epah, não consigo perceber condutores (até agora exclusivo do sexo masculino) que:
- ultrapassam e olham para ti;
- vão numa rotunda e olham para ti invés de iram com atenção à rotunda;
- estão sempre a dar uma olhadela para a direita e esquerda como se esperassem encontrar aquele amigo do Ultramar perdido à anos;
- ultrapassas-o e ele olha para ti;
- e olha para ti e para toda a gente , pondo pouco tempo os olhos na estrada...
Estranho, pancada ou outra coisa qualquer...
- ultrapassam e olham para ti;
- vão numa rotunda e olham para ti invés de iram com atenção à rotunda;
- estão sempre a dar uma olhadela para a direita e esquerda como se esperassem encontrar aquele amigo do Ultramar perdido à anos;
- ultrapassas-o e ele olha para ti;
- e olha para ti e para toda a gente , pondo pouco tempo os olhos na estrada...
Estranho, pancada ou outra coisa qualquer...
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Modas
Das várias que não percebo uma faz-me mesmo confusão, que é a dum homem ter a carteira e telemóvel na mão e andar na rua assim, outros ainda mais ousados, é óculos escuros e chaves do carro e ainda um maço de tabaco.
Parece-me um grande acto de malabarismo e imagino as vezes que têm que apanhar as coisas do chão, tendo em conta que um telemóvel se pode estragar bem como uns óculos (falo por mim, que perdi uns na praia nem sei como e deixei cair uns óculos de sol do bolso da camisa e com um risco foi 25€ para mudar a lente), faz-me confusão por isso e por me parecer mais uma ostentação do que outra coisa, pois quem já vi fazer isto não fuma Pall Mall, nem tem um Fiat Uno e por isso acho ridículo, mas lá tá, são modas e cada segue as que gosta.
Não é a minha moda.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Mulheres e as sogras
Nunca compreendi aquela coisa das noras fazerem grandes criticas às sogras, em especial de um ou dois traços em particular e depois desenvolvem esses mesmo traços e praticam-nos com os maridos.
Estranho no minimo, digo eu...
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Mascara de Carnaval
Cá está e mais umas botas foi a minha máscara de Carnaval, passados numa obra e não na rua duma cidade a festejar...
Subscrever:
Mensagens (Atom)
