terça-feira, 19 de julho de 2016

Ludus

Após várias pesquisas na net sobre Roma e Romanos e afins, já nem me lembro como me deparei com "Jogos Romanos de Tabuleiro”, da Centurium, consiste em 4 jogos "Tábula", “SEEGA”, “O Soldado” e “O Moinho” e digamos que no Moinho a pequena General domina a situação.
São jogos interessantes e até existem torneios em Braga Inter-escolas.
Já foram dois bons serões a imaginar há 2000 anos atrás (crê-se) soldados romanos a jogar os mesmos jogos, mas em campos de batalha com os seus camaradas e não no seu recanto de casa.





sexta-feira, 15 de julho de 2016

Podia ser hoje


Faz em Dezembro um século, mas podia ser de hoje.


Na Avenida da Liberdade, sobre a 1ª guerra mundial, tinham alguns cartazes, mas este por razões óbvias destaca-se, já cantava o Sérgio Godinho, "cá se vai andando com a cabeça entre as orelhas"

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Cum caneco

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E é nosso, parabéns malta, mas não era preciso fazer sofrer tanto.

Agora venham os jogos Olímpicos.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Sangue, suor e lágrimas

Chegada ao estádio em apoteose...


As bancadas repletas com os apoiantes das equipas...


Relvado marcado e pronto, vento forte iria ditar que quem optasse pelos pontapés altos conforme escolhesse o campo lhe iria favorecer ou prejudicar, ou teria que jogar à mão...


Corri, plaquei, disputei rucks, fui placado, passei boas bolas, não apanhei um "up and under" fácil, joguei, fiz jogar, falhei duas placagens, fiz um péssimo pontapé, mas sangrei (obrigado jogador do Cascais pela cotovelado no nariz, que fez com que a cabeçada que dei com o nariz num colega num treino e que desmaiei e parecia uma torneira durante dois minutos reabrisse), suei pelo escudo que defendi e pelas três pisadelas na perna após uma placagem, que fez com que não aguentasse as dores e passado dez minutos optasse por sair, pois já não conseguia correr e demorou 2 semanas a passar.

Pessoal de Gales é algo demais, um à vontade, calma e saber jogar e estar, os espanhóis que pensavam que vinham lutar pelo trono Filipino vieram com tudo e Cascais sempre profissionais, com jovens e veteranos a darem um ar da sua graça, nós em evolução com miúdos incríveis, veteranos demasiado velhos para isto e só 2 séniores, mas que ainda podem disputar os sub-23. 

São 15 contra 15, a bola é oval e no fim e no fim ganha Gales... acho que não era assim, mas foi assim que aconteceu.


quinta-feira, 7 de julho de 2016

Mais um


Livro que não interessa ao menino Jesus, mas interessa ao menino Misha.

O Douglas Boyd foi nomeado Legionário Honorário devido ao seu livro, tem que ter qualidade, onde 5 em cada 6 recrutas fica pelo caminho e não ganha o Kepi.

Agora para Domingo



Calma Benny, mas é isso, vamos lá Portugal!!!!!

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Saga Islandesa

Depois de raides na Iliria, Panônia, Britânia e Península Ibérica, foram batidos pelos Francos.

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Enfim, a história repete-se.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Prometo

Epah, o próximo que seja "Prometo não escrever mais livros", vá lá, a sério, vá lá...

terça-feira, 14 de junho de 2016

Verde e azul

Apanhei sol enquanto contemplava uma serrania com névoa, mergulhei em piscinas com água salgada, percorri serras, levei o Torgal com rédea curta, mas se quer comer é ele quem manda e encosta-mos à beira da estrada, o que consigo é pó-lo a mastigar e a andar, a subir a mesma serra apanhei com sol, vento, frio e um calor reconfortante. Vi um convento abandonado com uma vista sobranceira sobre a vila e o oceano simplesmente magnifica e verde por onde olhá-se, pintada com uns brancos, vermelhos e lilás.
Vi  pegadas, num monte, de dinossauro, desci a escadaria e passar por pedras até tocar na  areia e ir até ao oceano, decidi correr a escadaria acima e fiz um quinto do caminho a correr e o resto a andar e a achar que não tinha sido assim tão boa ideia. Todos os dias contemplava a serra e as suas habitações de manhã enquanto mergulhava. Adorei conduzir por entre muros e cercado de árvores, muitas árvores, cada dia gostei mais, cada dia conhecia melhora as curvas e árvores e papoilas que apesar de cor amarela tinham o seu encanto, tive pena de saber pouco de botânica para poder apreciar melhor o que via e compreender o que via.
Comecei na cota 0 com tempo nublado e cheguei na cota 450 com cacimba que quando vinha o vento parecia chuva, corri ainda mais calçada acima, calçada abaixo, visitando castelo de mouros que a floresta engoliu e muros, muros com árvores e um palácio que parece tirado dos filmes das princesas, até os cavalos têm penteados condignos. 

Figura proeminente do Alto do Seixalinho


Todos os dias lá está*1, aos anos que me habituei a vê-lo da rua, ele a ver quem passa, sempre olhando na direcção dos semáforos, sempre focado.

Durante um mês ficou desaparecido da minha vista, apareceu depois na casa ao lado, folguei em saber que iria continuar a vê-lo ali, gosto de olhar para a esquerda quando venho do trabalho e procurar o ar sábio e contemplativo daquele ser, ou então aguarda que algo ou alguém venha por dali, mas mantém-se estóico até um dia, espero que esse dia demore, pois transmite-me serenidade e contemplação.





*1 acredito que as poucas vezes que não o vi, devia ser por estar com assuntos mais importantes entre patas